Autoconhecimento

Os quatro filmes mais tops sobre autoconhecimento

Que tal uma dica de filme para fazê-lo pensar e refletir? Então, veja as quatro sugestões que a Renata Spallicci compartilha sobre os preferidos dela, tendo o autoconhecimento como tema central.

 15 de novembro de 2016
7 min de leitura

Melhores filmes de autoconhecimento!

Sou apaixonada por filmes! Se há uma das poucas coisas que conseguem fazer a minha mente hiperativa parar por duas horas e se concentrar totalmente, é um bom filme. Mas gosto daqueles que tragam mensagens positivas e pensamentos bons! Filmes de terror,  serial killers ou muito darks, não me pegam, não. A não ser que seja um supersuspense que prenda mesmo a atenção e que te faça tentar resolver a trama junto com os personagens, mas, mesmo assim, se houver personagens com mentes doentias, e que usam a inteligência pra maldade, não quero nem saber!

Adoro aqueles “filmes-cabeça” que, depois de assistir, você fica dois dias refletindo sobre as mensagens, amarrando a história. E, é claro, gosto muito de filmes que tenham como tema principal os assuntos que balizam a minha vida: esporte, negócios e autoconhecimento.

E, por isso, pensei em compartilhar com vocês meus filmes preferidos em cada um desses temas. Hoje, pra começar, vou falar sobre os de que mais gosto, que tenham o autoconhecimento como o principal assunto. Isso porque, são os que costumo apreciar mais e, consequentemente, são os que acabo assistindo mais. São também, normalmente, aqueles mais profundos e que valem ótimas reflexões! Então, bora lá?

 

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A Caixa – 2009

Um filme realmente bárbaro que indico é “A Caixa”(the Box). Ele é um suspense daqueles que você não consegue tirar os olhos da tela e que mexe muito com os seus valores e o leva a ter inúmeros questionamentos éticos.

A história é assim: um cara sinistro entrega uma caixa para uma família e diz que eles têm 24 horas para tomar uma decisão: apertar ou não um botão vermelho que há nela.  Ao apertar, eles ganhariam, um milhão de dólares, mas como consequência, algum desconhecido morreria.

E aí, o que você faria?

O filme questiona exatamente nossas escolhas morais, nossa ética e a forma como, muitas vezes, adaptamos nossa moral de acordo com um momento, uma necessidade ou um conflito. Claro que o filme faz uma metáfora com uma situação altamente dramática, mas nos faz refletir sobre a nossa natureza humana e sobre os conflitos éticos que vivemos em nosso dia a dia, em situações bem mais comuns. Criticamos os políticos por corrupção que envolve centena de milhões de reais, mas, não raro,  achamos normal não alertar o caixa do supermercado de que ele deixou de passar um produto. E outros exemplos como falsificar carteirinha de estudante para pagar meia-entrada, estacionar na vaga de idoso só por uns minutinhos, furar uma fila sem ninguém perceber, enfim, muitas coisas da nossa cultura que, por muitas vezes, são até entendidas como certa esperteza, característica dos brasileiros, mas que são procedimentos  eticamente condenáveis também.

 

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O Preço do Amanhã – 2011

Imagine um mundo no qual o tempo é a moeda corrente. Os mais ricos têm horas de vida ilimitadas, e os pobres vivem para conseguir, ao menos, as horas para viver por mais um dia. Essa é a máxima de “O Preço do Amanhã” que discute também questões éticas e faz uma analogia bacana com o mundo capitalista.

O que você faria por mais alguns dias de vida?

Você daria horas de vida para alguém que está necessitado?

O filme é chocante, pois nos mostra de uma forma mais crua o que na realidade vivemos, mas tendo o tempo como uma metáfora ao dinheiro.

 

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Divergente – 2014

Este filme, para mim, é um daqueles must watch movies. Até porque super me identifico! Acho que sou super divergente!!! Hahahahaa

A história é assim: em uma Chicago futurista, as pessoas, aos 16 anos, devem escolher uma facção onde viverão até o resto das suas vidas. Há a facção dos amorosos, dos audaciosos, dos guerreiros, dos intelectuais, e assim por diante. E há os divergentes que não são nada disso e, por outro lado, são tudo isso! Certamente seria onde eu me encaixaria neste mundo! Rs

É claro que, para garantir a ação, há a heroína, os vilões, o romance e todas as pitadas de um blockbuster, mas o que acho que vale a pena mesmo no filme é a análise psicológica desses diversos perfis e a crítica a essa nossa mania de classificar, padronizar e “encaixar” todo mundo em um compartimento estanque. Isso me lembrou muito o que algumas empresas usam para fazer testes psicológicos, o que, a meu ver, reduz as pessoas a um determinado padrão, não considerando que todos nós somos muito mais do que isso!

Eu ouso dizer que a pequena parcela da população que realmente se conhece e que busca o autoconhecimento, e questionam os padrões e regras da sociedade seriam os divergentes! E esse questionamento vem de uma necessidade de reflexão e não necessariamente de um tipo de rebeldia.

 

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O Doador de memórias – 2014

Na mesma linha do “Divergente”, “O Doador de Memória” também passa em uma sociedade do futuro, na qual as pessoas vivem em um mundo aparentemente ideal, sem doenças nem guerras, mas também sem sentimentos.

Uma única pessoa é encarregada de armazenar as memórias desse mundo passado cheio de sofrimentos, de forma a poupar os demais habitantes da tristeza e também para guiá-los com sua sabedoria.

De novo, com todas as pitadas hollywoodianas, o filme discute a questão da manipulação de massa e do quanto a mídia pode nos hipnotizar. Eu realmente acredito nessas premissas. É só observar o quanto ainda somos bem manipulados, mesmo tendo hoje as redes sociais e a internet que nos possibilitam o acesso a uma série de informações que estão fora dos renomados canais de televisão, dos grandes jornais e revistas e nos ajudam a criar um discernimento mais crítico e amplo.

E aí? Você já viu alguns desses filmes? Se animou a ver? Há algum filme com estas temáticas que gostaria de indicar? Vamos usar esse espaço, então, e trocar ideias sobre filmes! Aguardo os comentários de vocês e, em breve, voltarei com meus filmes preferidos em business e fitness!

 

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Busque seu propósito. Deixe  seu legado.

Rê Spallicci

 








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